domingo, 8 de fevereiro de 2009
Este curta foi realizado a partir de imagens de ensaios, oficinas e apresentações da peça "Verás que um filho teu não foge à luta" entre 2006 e 2008. Além disso foram utilizadas fotos de montagens anteriores e do vídeo "Euclides, o Mestre e a Escola", com Adelino Brandão, além de outras imagens de arquivo.
Na trilha sonora, do disco "Brasileirinho" de Maria Betânia, a própria recita um trecho do poema "Pátria Minha" de Vinícius de Moraes. Do disco "Bixiga, Oficina do Samba", uma música de Zé Celso Martinez Corrêa, "Meu cavalo tá pesado". Esta última canção integrou as montagens de "Verás..." executada pelo Teatro Poronga ao vivo.
Esta é uma primeira tentativa de realização de edição de vídeo do Poronga para intenet. Ainda há alguns reparos necessários para com a qualidade técnica que acaba se perdendo quando o vídeo cai na rede.
Caso não consiga visualizar o vídeo aqui no blog visite o link: Teatro Poronga São Carlos no Youtube.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Poronga no Fórum que discutiu a Amazônia
Terminou em 1 de fevereiro, o Fórum Social Mundial 2009, que reuniu centenas de milhares de pessoas de todo o mundo em Belém para discutir ações coletivas geradoras de um novo mundo possível.
O Teatro Poronga representado por dois integrantes (Roberto Romano da Silva e Dinha da Silva) esteve presente no evento colhendo material videográfico e realizando uma intervenção cênica. Roberto e Dinha seguiram caravana saída de São Paulo junto com grupo seleto com pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro e Tocantins.
A temática desta edição do Fórum foi bastante abrangente passando por questões como economia solidária, revolução cubana, a questão palestina, legalização da maconha, descriminalização do aborto, reforma agrária, questão indígena, agronegócio, extrativismo na Amazônia, mídias colaborativas, entre tantos outros assuntos.
Destaque-se o relevo da participação de populações indígenas amazônicas e as discussões com/sobre os povos da floresta.
Houve ênfase também para iniciativas de Economia Solidária na UFPA (Universidade Federal do Pará).
O Teatro Poronga, em harmonia com os povos da floresta, realizou intervenção cênica nas ruas de Belém com o personagem Curupira, caboclo forte protetor das matas e das riquezas naturais deste chão.
Este mundo ainda é possível se, observando e cuidando da natureza tal como faz o Curupira, nos empenharmos desde já numa cultura de paz e respeito para com o outro, nós mesmos e nosso meio.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Curupira na abertura do Fórum Social Mundial em Belém
foto por Dinha
Sucesso absoluto na intervenção do Curupira do Teatro Poronga na Marcha pelas ruas de Belém na tarde de ontem.
Apesar de todo improviso com a maquiagem e a peruca, o Curupira fez uma intervenção de sucesso saindo do Museu do Índio, por volta das 15h, correndo pelas ruas, abrigando-se nas árvores da chuva torrencial e seguindo com a marcha ao lado das feministas, da bandeira do arco-íris, da comitiva do Maranhão, entre outros movimentos.
A personagem bastante conhecida entre o povo paraense e do nordeste era reconhecida na rua e foi fotografada por turistas, jornalistas e curiosos.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Poronga no Fórum Social Mundial

De 27 de janeiro a 1 de fevereiro acontece mais uma edição do Fórum Social Mundial.
O evento foi concebido em 2001, como uma resposta ao Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça. As primeiras edições aconteceram em Porto Alegre e reuniram autoridades, políticos, líderes comunitários, artistas, partidos, movimentos sociais, anarquistas, redes sociais, educadores, ambientalistas, estudantes, populares... enfim, milhares de pessoas do mundo inteiro interessadas em debater "um outro mundo possível".
Durante o Fórum acontecem palestras, conferências, debates, grupos de trabalho, mostras, feiras, atividades artísticas e fóruns paralelos (fórum da juventude, fórum de mídias independentes, etc).
As últimas edições não foram realizadas no Brasil, mas em 2009 ele retorna ao País com um tema de urgência: Amazônia e estrategicamente realiza-se em Belém, no Pará.
O personagem Curupira, guardião da floresta, estrela das peças "Chico Mendes e o Encantado", "O ABC de Chico Mendes" e "O Curupira contra o Dragão da Moto-Serra", prepara-se para realizar uma performance no Fórum deste ano, marcando os 10 anos de atuação do Teatro Poronga também na discussão de questões ambientais emergenciais.
A performance contará com o ator que originalmente encarnou o Curupira em todas as montagens do grupo, Roberto Romano (Piteco) que este ano participará do Fórum.
Portanto em breve mais notícias a respeito.
Poronga no Orkut
Novidade na rede! Agora o Teatro Poronga tem comunidade no Orkut.
Pois é, já que várias pessoas próximas do grupo fazem parte desta grande rede de relacionamento, foi sugerido que se fundasse uma comunidade. E já está no ar!
Para participar de comunidades no Orkut, é preciso ser membro, daí é possível opinar, interagir, participar dos fóruns, enquetes, eventos e circular a informação!
Aproveitei para colocar lá uma enquete sobre este blog.
Enquanto não se concretiza a comunidade real com todo mundo morando pertinho, vamos nos conectando como é possível.
Viva o Poronga!
Viva Chico Mendes!
Viva o Curupira!
Pois é, já que várias pessoas próximas do grupo fazem parte desta grande rede de relacionamento, foi sugerido que se fundasse uma comunidade. E já está no ar!
Para participar de comunidades no Orkut, é preciso ser membro, daí é possível opinar, interagir, participar dos fóruns, enquetes, eventos e circular a informação!
Aproveitei para colocar lá uma enquete sobre este blog.
Enquanto não se concretiza a comunidade real com todo mundo morando pertinho, vamos nos conectando como é possível.
Viva o Poronga!
Viva Chico Mendes!
Viva o Curupira!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Grotowski fala sobre teatro

O teatro é a única dentre as artes a possuir o privilégio da 'ritualidade'. De resto, em sentido puramente laico: é um ato coletivo, o espectador tem a possibilidade de co-participar, o espetáculo é uma espécie de ritual coletivo, de sistema de signos.
(...)
Com relação a "o espetáculo, como uma espécie de cerimonial, de sistema de signos".
Começarei com uma comparação de caráter irônico.
O xamã que no dia anterior à caça lança um encanto sobre o urso, para que este se deixe matar e comer impunemente, serve-se de uma seqü~encia fixada de encantos (signos de movimento, palavras e entonações). O ritual é um cerimonial com princípios fixados; no jogo ritual vige um sistema de signos abreviado, definido a priori - e portanto convencional.
Pois bem: o sistema de signos, o alfabeto convencional, o abandonar as ações 'reais', literais, em direção à estrutura artficial, distinguem a teatralidade da vida, conferem à teatralidade o status de arte por meio da composição e da síntese. O teatro burguês em nome da 'verdade da vida'negou essa lei. A conseqüência foi fatal: o teatro frente ao cinema e à televisão (isto é, as artes da 'literalidade')aparece inerme e até -paradoxalmente- derivado.
É preciso retomar às banalidades já que parecem atualmente esquecidas. O termo arte é próximo do termo 'artificialidade'. Artístico é aquilo que é construído, portanto artificial(composição é igual a construção).
texto de Jerzy Grotowski de "O teatro laboratório de Jerzy Grotowski 1959-1969" ed.Perspectiva
De Marco Bala para Chico Mendes e os povos da floresta

Homenagem poética de Marco Bala nos 20 anos do assassinato de Chico Mendes (22/12/2008)Poemas recitados na Semana Euclidiana de São Carlos
JUDAS AHSVERUS OU OS SERINGUEIROS DO ALTO-PURUS
Os seringueiros do Alto-Purus
Vingam-se de seus tristes dias ...
No Sábado de Aleluia !!! ....
Os seringueiros do Alto-Purus
Desforram-se de suas agonias ...
No Sábado de Aleluia !!!
E no rio-estrada lançam-se ...
Missas solenes ...não têm !
Procissões luxuosas ... não têm !
Lavapés tocantes... não têm !
Prédicas comovidas ... não têm !
Os seringueiros do Alto-Purus
Do altar .... a licença recebem
Que é um Sábado feliz !!!
Os seringueiros do Alto Purus
O Judas-Ahsverus ... esculpem
Que é um Sábado feliz !!!
e ... no rio-estrada lançam-se ...
Missas solenes ...não têm !
Procissões luxuosas ... não têm !
Lavapés tocantes... não têm !
Prédicas comovidas ... não têm !
Os seringueiros do Alto-Purus
No macabro de palha ... imolam-se
Que é Sábado da Paixão !!!
Os seringueiros do Alto-Purus
O Ahsverus no espelho ... miram-se
Que é Sábado da Paixão !!!
E .. no rio-estrada lançam-se
O SOLITÁRIO
Verifica-se algumas vezes
Que não é o clima que é mau:
É o homem ..... o homem que é mau !
............................................................
E em grande parte ... assim no Acre se sucedeu
.............................................................
Povoadores para lá seguiram
Sem prévio exame das turmas
Em condições deploráveis de transporte
...............................................................
Aguardava-as ... então ... o trabalho
A mais imperfeita organização
Que o egoísmo humano engenhou
O sertanejo emigrante realiza
Anomalia que nunca é demasiado insistir:
É o homem que trabalha para escravizar-se !
..................................................................
Que Dostoievsky * sombrearia em sua pena
Empresa de Sísifo ** a rolar
Em vez de um bloco ... o seu próprio corpo
Nas voltas constritora de círculo demoníaco
No seu eterno giro de encarcerado
Numa prisão sem muros
Prisão celular na amplitude desafogada da terra !
Dostoievsky (1821-1881). Romancista russo
Sísifo. Figurativamente, a tarefa de Sísifo caracteriza um trabalho penoso e sem fim (op cit. p.766)
DE EUCLIDES A EUCLIDES
Que o Ceará é terra de Antonios !
De Antonio ... ( padroeiro de Quixeramobim )
De Antonio Vicente Mendes Maciel
O Antonio dos Mares -.O Antonio Conselheiro
.................................................................
Que o Ceará é terra de Antonios !
De Antonio Gonçalves da Silva
Que cantou a saga do Peregrino:
Patativa do Assaré ... o apelido dele é
...................................................................
Dos Antonios dos sertões adustos
Esquecidos nos sertões !...
...................................................................
Que o Ceará é terra dos Franciscos !
De Francisco ... (São Francisco do Canindé)
De Francisco Mendes Alves
Da colocação Tracuá do seringal Santa Fé
.................................................................
Dos Franciscos da selva amazônica
Esquecidos nos seringais !...
...................................................................
De Francisco Alves Mendes Filho
( de Iraci Lopes .... filha de seringueiro )
O Chico Mendes ... O Chico Mendes
Que se recusou a Judas Ahsverus !
....................................................................
Pois que o Ceará é terra de Euclides ....
De Euclides Fernando Távora
Como Euclides .... soldado !
Como Euclides .... jogou a espada
Para o campo dos desarmados !
E de Euclides a Euclides ...
E de Euclides veio a cunha
Que despertou a Amazônia
...................................................................
Que Chico Mendes se fez chama..
Que Chico Mendes se fez cor
Que Chico Mendes se fez alma
Do segundo ‘livro vingador’
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Chico Mendes Vive!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Amor volta à bandeira nacional
Durante a gincana cultural realizada pelo Teatro Poronga no Centro da Juventude nesta segunda-feira (15/12/08)em São Carlos, todos os grupos mostraram singular empenho numa das tarefas propostas: compor uma nova bandeira nacional. O grupo "Atitude", colocou de volta a palavra amor na bandeira nacional e tratou de acrescentar a estas as outras duas que julgou importantes.
Augusto Comte resumiu sua doutrina positivista: ''O Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim''.
Diz a lenda que a costureira que bordaria o lema na bandeira republicana achou-o muito extenso e retirou o amor. Não creio que isto seja verdade, até porque creio que uma bordadeira tiraria a ordem ou o progresso sem culpa, mas o amor, não!
Enfim: Paz por princípio, Amor por base e Atitude por fim!
Organização:Fundação Pró-Memória e Teatro Poronga
Realização: Andréia Tuvani,Alexandre, Dinha da Silva, Herbert Braz, Karen Caires, Luciano, Sônia Maria Pinheiro
domingo, 14 de dezembro de 2008
Gerald Thomas a arte e a ciência
…Arte é uma coisa menor. A ciência, hoje em dia, é muito mais artística do que a Arte, só que não é entretenimento. A Cibernética, a Matemática que se estuda de dez anos para cá é uma coisa muito mais artística. Ela é hoje o que o teatro foi para os gregos. Está para nossa civilização como Freud esteve cento e poucos anos atrás. Pela primeira vez a Física está usando termos místicos, falando de “a coisa”. Eles não têm coragem de falar em deus ainda, mas daqui a pouco vão admitir um deus, não por forças místicas, mas porque as equações derramam nisso aí. A Arte hoje em dia é uma arte de declamação e falha, inclusive, nisso, porque é adornada, decorada com artificiozinhos. Pegue qualquer pintura: ela não é a síntese da nossa existência resolvida nem a problemática da nossa existência por resolver.”
(Janeiro de 1988)
(Janeiro de 1988)
Ensaio no Bar do Cícero
fotos por Alexandre
O Cícero é alagoano.Fechou as portas do seu bar por um tempinho para nos assistir e emprestou um pandeiro para nossa apresentação para as crianças do Projeto Anjo da Guarda.
Antes de entrar em cena, nos reunimos pra tomar tubaína e cerveja e conversar sobre o nordeste.
Ele gostou muito da peça, tirou um montão de fotos da gente com o celular, gravou umas partes do ensaio e elogiou o que estávamos fazendo: mostrando a cultura pras crianças.
Depois da apresentação, uma parte do grupo ainda se reuniu lá e o Cícero colocou um DVD sobre cultura Kalapalo pra rodar enquanto a gente cantava samba.
Agradecemos a acolhida.
Gincana Cultural no Centro da Juventude

Teatro Poronga realiza nesta segunda- feira no Centro da Juventude no Cruzeiro do Sul, uma gincana cultural com provas realtivas à obra "Os Sertões" de Euclides da Cunha.
136 adolescentes atendidos pelo PROJOVEM participarão do evento que contará com provas artísticas de modelagem, pintura, teatro, entre outras. Os jovens serão divididos em equipes e passarão a manhã envolvidos nas atividades.
O evento é patrocinado pela prefeitura municipal de São Carlos, organizado pelo Teatro Poronga e pela Fundação Pró-Memória.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Centenário da Imigração Japonesa em São Carlos

por Marco Antonio Leite Brandão
A imigração japonesa ao Brasil tem como marco inicial de referência o ano de 1908 quando 781 “gaijins” desembarcam no Porto de Santos, no navio “Kassatu Maru”, rumo às fazendas de café do interior paulista.
Na ocasião é Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo o são-carlense Carlos José Botelho (1855-1943), primogênito do Conde do Pinhal (1827-1901), um dos pioneiros na ocupação de São Carlos.
No dia 18 de junho comemora-se o “dia da imigração japonesa”.
Os registros a seguir foram compilados de jornais de São Carlos e permitem-nos acompanhar momentos importantes da presença dos japoneses e descendentes e integração na comunidade são-carlense.
1) Constatamos, até o presente, que os primeiros “filhos do Sol Nascente” em São Carlos foram colonos da Fazenda Santa Eudóxia de propriedade do senador Alfredo Ellis Jr e filho Francisco Ellis, em 1915; e na sede do município em meados da década de 20.
Embora a fazenda fosse a maior produtora de café em São Carlos, imigrantes estabeleceram-se para plantação de arroz, projeto pioneiro no campo da agricultura desenvolvido pelo senador.
Registra o “Correio de São Carlos” (n.2.901, 10/09/15):
“(..) Santa Eudóxia. Do correspondente. Tivemos o prazer de assistir, pela primeira vez, a luta japonesa cognominada jiu-jitsu.
O senhor Francisco Ellis promoveu na fazenda Santa Eudóxia, no lugar denominado Lourdes, onde se acha a grande cultura de arroz, no dia 29 p. passado, uma festa esportiva entre japoneses de Lourdes e Canaã, consistindo de lutas, carreiras, oferecendo grande número de prendas aos vencedores (..) no local da festa, onde artisticamente se achavam as barracas de estilo japonês, vimos risonhos e prazenteiros os distinto cavalheiros Francisco Ellis, Dr Berangel, engenheiro agrônomo do arrozal Armando Rios, escrivão da fazenda e grande número de pessoas (..) ”; a 14 de setembro ( n.2.911 ) lê-se:
(...)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A imigração japonesa ao Brasil comemora 100 anos.
Em São Carlos, pelos documentos disponíveis até o presente, há pelo menos 93 anos remonta a presença dos filhos do Sol Nascente. Quase um centenário.
São Carlos, janeiro 2002. Revisto em novembro 2007
Apresentação no salão da igreja São Nicolau
Meu cavalo tá pesado
Meu cavalo quer voar
Meu cavalo tá pesado
Meu cavalo quer voar
Atuar, atuar
Atuar pra poder voar
Voamos.
Apresentação de Verás que um filho teu não foge á luta" para o Projeto Anjo da Guarda, São Carlos
Ficha Técnica:
Andréia Tuvani - cenários, figurinos, contra-regragem, produção, fotos
Alexandre - trilha sonora ao vivo
Nicoly Kilmm - coro
Viviane Correia - coro
Chá - B.boy, contra-regragem
Sonia Pinheiro - coro, Ana
Karen Caires - coro, professora
Luciano - Conselheiro, sargento
Dinha - jagunço,Joana Imaginária,Mano do Mato, produção
Herbert Braz - Euclides da Cunha, Cantador
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Apresentação em 12/12/08
APRESENTAÇÃO GRATUITA DE "VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA" NESTA SEXTA-FEIRA, 12/12/08, ÀS 16H NO CENTRO COMUNITÁRIO DO BOTAFOGO!
O Centro Comunitário do Botafogo fica ao lado da igreja São Nicolau em São Carlos.
O Centro Comunitário do Botafogo fica ao lado da igreja São Nicolau em São Carlos.
Assinar:
Postagens (Atom)